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Suavidade é força!

A verdadeira força está na delicadeza dos corações.

Sempre acreditei que força era sinônimo de esforço e rigidez.

Por me considerar uma pessoa forte, acabei assumindo perante a vida uma postura dura, rígida e consequentemente, acabei sendo inflexível e impetuosa comigo mesma em muitos momentos.

Por ser intensa, também acreditava que tudo precisava acontecer com um fervor arrebatador em minha vida, inclusive os aprendizados. O que eu não via era que, de certa forma, eu comandava para o universo que precisava de rasteiras e nocautes da vida para aprender. E aprendia…

Mas hoje começo a acessar um outro caminho de compreensão, onde experimento o aprendizado e o amadurecimento de forma suave, sutil e ao mesmo tempo poderosa.

Entendo que a minha dureza e rigidez foram minhas importantes aliadas em muitos momentos da minha história, pois sem elas provavelmente teria sucumbido depois de algumas experiências dolorosas pelas quais passei.

O problema, que geralmente acontece com a grande maioria de nós, é que mesmo depois de ter sobrevivido às experiências traumáticas eu segui acreditando que ainda precisava continuar sendo dura para me defender da vida, das pessoas. E assim a vida continuou a me enviar duras lições.

A questão é que existe uma lei/equação da vida, incrivelmente simples e profunda, que determina a seguinte regra: o Universo nos manda mais do mesmo, sempre. Isso quer dizer que gentileza gera gentileza, amor gera amor e rigidez gera rigidez e assim por diante.

Depois de muito bater com a cabeça, comecei a perceber os efeitos práticos dessa equação em minha vida e fui (e ainda continuo) abrindo mão gradativamente da rigidez e da minha “fortaleza” no meu dia a dia diante das experiências que me desafiam e me trazem desconforto, principalmente.

A manifestação de uma cura ou de um aprendizado pode sim acontecer de uma forma leve, sutil e amorosa, desde que eu seja leve, suave e amorosa comigo mesma diante do problema. Tampouco preciso “apanhar” para crescer, por mais forte que eu seja e possa “dar conta” da dureza dos acontecimentos que surgem em meu caminho. Hoje sei que também posso pedir ajuda, sempre que sentir que preciso de um colo para dividir a minha dor.

Dessa forma vou experimentando a dor desacoplada do peso do sofrimento e sigo compreendendo que em verdade, não existe verdade em sofrer.


Por: Komala Roberta

Clique AQUI para ler meu último post “O que o desamor ensina“.

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